"Há dois tipos de pessoas: as que fazem as coisas, e as que dizem quefizeram as coisas. Tente ficar no primeiro tipo. Há menos competição."
(Indira Ghandi)
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"Há dois tipos de pessoas: as que fazem as coisas, e as que dizem que

"Não lutamos pela superioridade, porque sempre a tivemos; tudo o que pedimos é a igualdade". 
O Primeiro Ministro da Inglaterra Winston Churchill, além de experiente estadista, era conhecido pelo senso de humor e tiradas irônicas.
O repórter Danilo Gentili, uma das atrações do CCQ, nas noites de segunda-feira da Band, anda lembrando, Ivo Holanda, um ator de pegadinhas do programa Sílvio Santos que, invariavelmente, era agredido após ridicularizar um indignado cidadão.

Dois monstros sagrados da televisão brasileira, Paulo Gracindo e Brandão Filho, protagonizaram por muitos anos, “Primo Pobre e Primo Rico”, um dos quadros mais populares dos bons tempos do programa humorístico “Balança Mais Não Cai”, provando a máxima de Chico Anísio: "não existe piada velha, existe piada mal contada".
Trecho de um Especial sobre Jackson do Pandeiro, onde o Rei do Ritmo canta “Forró em Limoeiro”, gravada pela primeira vez em 1953, e a campeã do carnaval de 1955, no Rio de Janeiro “Vou gargalhar”, músicas do pernambucano Edgar Ferreira.
também a primeira, das dez músicas compostas pela dupla Vadico e Noel Rosa. A parceria dos dois mestres iria durar até 1936, pouco antes da morte prematura de Noel Rosa, ocorrida em 1937. Desta parceria surgiram outros grandes clássicos da MPB como: “Feitiço da Vila” ,” Prá que Mentir?” e “Conversa de Botequim “.
ento: Noel Rosa dispensa apresentação, já o compositor, pianista e arranjador de grande talento, Osvaldo de Almeida Gogliano, o Vadico, foi um dos principais parceiros de Noel. Fala-se que, ao ouvir uma melodia de Vadico, o Poeta da Vila ficou impressionado com a beleza da música e, em apenas dois dias, fez a letra e colocou o título místico, nascia, em 1933, “Feitio de Oração”, a música que considero a mais bela e lúcida definição do que é samba.
Não posso ser chamado de um fã ardoroso de Michael Jackson. Nunca comprei o disco do cantor e, mesmo admitindo que se tratava de um inquestionável fenômeno da música mundial, nunca me preocupei em acompanhar sua trajetória artística. Agora, após a sua morte e a compreensível overdose de cobertura da mídia, me toquei como a obra do astro americano acompanhou momentos importantes da minha vida, desde a já distante adolescência até os dias de hoje.